O transplante capilar é um procedimento médico-cirúrgico minimamente invasivo que visa restaurar zonas do couro cabeludo com perda de densidade ou ausência total de cabelo.
Na IDC.Clinic, utilizamos as técnicas mais avançadas — FUE (Follicular Unit Extraction) e DHI (Direct Hair Implantation) — para garantir resultados naturais, duradouros e seguros. O procedimento é realizado sob anestesia local e não deixa cicatrizes visíveis, sendo ideal para quem procura uma solução definitiva para a queda de cabelo.
Marcar consultaO tratamento realiza-se num único dia e inclui três fases fundamentais:
Antes do procedimento, o paciente realiza uma consulta médica detalhada. É feita a análise do couro cabeludo, a avaliação da qualidade da zona dadora e a definição da linha frontal capilar, com desenho personalizado da área a implantar. Esta consulta inclui ainda a revisão do historial clínico, identificação de eventuais contraindicações e solicitação de análises clínicas.
Com anestesia local, o médico inicia a extração individual das unidades foliculares da zona dadora (geralmente na região occipital e laterais). As unidades extraídas são classificadas e preparadas ao microscópio. Em seguida, inicia-se a implantação capilar fio a fio na zona recetora (entradas, coroa ou topo), com máxima precisão e atenção à direção, profundidade e angulação dos cabelos.
O acompanhamento clínico é rigoroso e prolongado. Caso o paciente assim o desejar, ao 5.º dia é feita a primeira lavagem na clínica. O paciente é revisto em consultas médicas programadas ao 1.º, 6.º, 12.º e 18.º meses, com documentação fotográfica da evolução. O resultado final é visível entre os 12 e os 18 meses após a cirurgia.
Após a cirurgia, os cuidados são essenciais para garantir um bom resultado e prevenir complicações. Durante o primeiro mês, o paciente deve:
A equipa médica fornecerá um plano de cuidados completo, com instruções adaptadas ao caso clínico.
Na IDC.Clinic, o transplante capilar é realizado por uma equipa experiente, com recurso às melhores técnicas e equipamentos, sempre com foco na naturalidade e segurança. Agende uma consulta de avaliação para saber se é candidato ao procedimento, esclarecer todas as suas dúvidas e conhecer o plano mais adequado ao seu caso.
Ainda com dúvidas? Explore os nossos casos clínicos e veja imagens reais de pacientes antes e depois do transplante. Os resultados da IDC.Clinic falam mais alto.
Casos clínicos
O transplante capilar é indicado para homens e mulheres com alopecia androgenética ou outras formas de queda capilar localizada. Para ser um bom candidato, é essencial ter uma zona dadora saudável (geralmente na parte lateral e posterior da cabeça), um bom estado geral de saúde e expectativas realistas quanto aos resultados. A avaliação médica é obrigatória antes de qualquer indicação.
A técnica FUE (Follicular Unit Extraction) permite a extração individual de folículos sem necessidade de cortes lineares, evitando cicatrizes visíveis. Em comparação com técnicas mais antigas, como a FUT (Follicular Unit Transplantation), que implica a remoção de uma faixa de couro cabeludo, a FUE oferece uma recuperação mais rápida, maior conforto e resultados mais naturais.
Não. O transplante é realizado sob anestesia local e o paciente permanece acordado durante todo o processo, sem sentir dor. Pode ocorrer algum desconforto ligeiro nas horas seguintes, facilmente controlado com medicação analgésica leve.
Nos primeiros dias deve evitar:
Seguir rigorosamente as instruções médicas assegura a cicatrização correta e a fixação dos enxertos.
Após o primeiro mês, os fios transplantados costumam cair, processo normal chamado “shedding”, que resulta da regeneração folicular. A partir do 3.º mês, começa uma nova fase de crescimento, com resultados visíveis a partir do 6.º mês. O resultado final estabiliza entre os 12 e os 18 meses.
Não. Embora os fios iniciais caiam nas primeiras semanas, os folículos implantados permanecem ativos. A partir deles, nascem novos fios com a mesma resistência genética à queda da zona dadora. Com o tempo, o cabelo natural remanescente pode cair, pelo que o acompanhamento médico contínuo é recomendado.
Sim, em alguns casos pode ser necessário um segundo transplante, sobretudo quando a área a cobrir é extensa ou se houver progressão da queda capilar. O médico definirá o melhor plano em função do tipo de alopecia e da densidade disponível na zona dadora.
Sim. O procedimento está contraindicado em casos de doenças autoimunes ativas, infeções no couro cabeludo, perturbações graves da coagulação ou ausência de zona dadora viável. Também não é recomendado em pacientes com expectativas desajustadas ou condições psicológicas que influenciem negativamente a perceção do resultado.
A técnica FUE (Follicular Unit Extraction) permite extrair unidades foliculares individualmente da zona dadora, sem cortes lineares nem necessidade de pontos. Ao contrário da técnica FUT (Follicular Unit Transplantation), que implica a remoção de uma faixa de couro cabeludo, a FUE deixa apenas microcicatrizes quase invisíveis e permite uma recuperação mais rápida e confortável. Além disso, oferece maior naturalidade nos resultados e flexibilidade na escolha da densidade e direção dos fios implantados.